Um Projecto de Amor à Arte…
Junho 9th, 2010
Setembro 28th, 2009

Para começar, siga uma linha de cor – verde, amarelo, vermelho ou azul – e faça combinações. Qualquer percurso será uma viagem pela história do azulejo no séc. XX. No final, escolha a sua estação preferida. A ideia de decorar o Metro de Lisboa surgiu com a sua construção nos anos 50, para tornar ligeira a sensação de estar debaixo da terra.
Uma nova geração de estações surgiu nos anos 90. Para as animar, arquitectos de renome e artistas plásticos escolheram temas alusivos à zona da cidade em que se encontram e sobre a cultura portuguesa, com as mais recentes linguagens artísticas.
Fique ainda a saber que o Metro de Lisboa passou fronteiras e levou obras de arte para os metros de Bruxelas (Jardin Botanique), Paris (Champs Élysées/Clémenceau), Budapeste (Deák Tér), Moscovo (Belourusskaya) e Sydney (Martin Place).
Setembro 28th, 2009

Depois do grande terramoto de 1755, foi importante tê-los a proteger as casas. São Marçal apagava os fogos, São Francisco de Bórgia evitava os terramotos, Santa Bárbara acalmava as tempestades e N. Srª da Conceição, patrona de Portugal, protegia de todos os males. Procure-os nas ruas dos bairros históricos, como Alfama em Lisboa.
Produzidos em larga escala, fáceis de aplicar e resistentes ao tempo, os azulejos passaram a revestir totalmente as fachadas com ritmos e cores.
É fácil encontrá-los em qualquer cidade ou vila portuguesa. Se viajar de comboio esteja atento às estações decoradas com painéis de azulejo, autênticas galerias de arte que retratam os costumes locais. Visite a estação de São Bento no Porto. Vários painéis, com um total de 20 mil azulejos, relatam a história dos caminhos de ferro, assim como episódios célebres da história de Portugal.
O azulejo é um suporte tão versátil que continua a ser adoptado pelas expressões artísticas mais modernas, integradas em espaços públicos. Maria Keil, na via que passa pelo Aqueduto de Lisboa, ou Júlio Resende, no seguimento da Ponte D. Luís no Porto, são dois artistas que o usaram, animando grandes espaços de entrada nas cidades.
Setembro 24th, 2009
Maria Alexandra Alves para além da sua actividade empresarial também faz parte do corpo docente da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias…
Setembro 24th, 2009
A arte da azulejaria é uma das representações mais sólidas e persistentes da cultura Portuguesa no mundo, sendo usada ininterruptamente na decoração de casas e cidades há mais de 500 anos.
Foi durante a ocupação da Península Ibérica pelos Árabes que os Portugueses tomaram o primeiro contacto com a cerâmica mural. Desde essa altura o processo de criação nunca mais cessou, dando origem a uma diversidade de trabalhos tão grande quanto as experiências, os medos, as alegrias e a imaginação dos seus autores.
Estas peças revolucionam os espaços interiores e exteriores, criam sensações de luz, cor e frescura; servem de catalizador para a imaginação decorativa e também para a representação de cenas figuradas, seguindo contos mitológicos e religiosos, retratando capítulos da história do País, descrevendo elegantes lazeres, paisagens, ofícios, etc…
A história faz de Portugal o país onde se encontra o maior número de azulejos, reforçando a ideia da ligação estética e duradoura entre arquitectura e o azulejo, sendo ainda hoje quase impensável que arquitectos, urbanistas, decoradores e outras gentes prescindam desta peça.
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