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Exposição de Pintura 3M

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Abriu a 5 Junho 2010 no Centro de Interpretação da nascente do Nabão uma exposição de Pintura das pintoras Alexandra Alves e Paula Soares sob o tema 3M.

Aberta até ao dia 30 Junho 2010

Os Azulejos no Metro de Lisboa

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Azulejos no Metro/
Azulejos no Metro Local: Lisboa Foto: João Paulo
Vá sem destino e saia em todas as estações. Deixe-se ficar a olhar para as paredes e descubra obras de arte no Metro de Lisboa.
Cada viagem pode ser uma surpresa. No Cais do Sodré, o coelho apressado de Alice no País das Maravilhas indica-lhe o caminho. A Baixa/Chiado é assinada pelo reconhecido arquitecto Siza Vieira, com decoração do pintor Ângelo de Sousa. Já no Parque conheça as histórias fantásticas dos Descobrimentos com animais imaginários. Mas se visitar o Jardim Zoológico, os animais já o esperam na estação e nas Laranjeiras vai ter vontade de comer este delicioso fruto.

Para começar, siga uma linha de cor – verde, amarelo, vermelho ou azul – e faça combinações. Qualquer percurso será uma viagem pela história do azulejo no séc. XX. No final, escolha a sua estação preferida. A ideia de decorar o Metro de Lisboa surgiu com a sua construção nos anos 50, para tornar ligeira a sensação de estar debaixo da terra.

Optou-se por revestir as estações com azulejos, um suporte decorativo tradicional perfeito para o objectivo. O arquitecto, Keil do Amaral, e a artista plástica, Maria Keil, definiram então um modelo para estes espaços públicos que se tornou um exemplo a seguir.

Uma nova geração de estações surgiu nos anos 90. Para as animar, arquitectos de renome e artistas plásticos escolheram temas alusivos à zona da cidade em que se encontram e sobre a cultura portuguesa, com as mais recentes linguagens artísticas.

Fique ainda a saber que o Metro de Lisboa passou fronteiras e levou obras de arte para os metros de Bruxelas (Jardin Botanique), Paris (Champs Élysées/Clémenceau), Budapeste (Deák Tér), Moscovo (Belourusskaya) e Sydney (Martin Place).

Portugal, País dos Azulejos…

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País dos Azulejos Local: azulejosCapelaAlmas
No país dos azulejos, eles existem por toda a parte. Nos jardins, nas igrejas, nas lojas, nos prédios e até para escrever o nome das ruas.
Apareceram primeiro nos jardins das casas mais nobres, como o Palácio de Queluz ou o Palácio Fronteira em Lisboa, onde se transformaram num registo genuíno dos costumes cortesãos da época. As fachadas da Capela das Almas e da Igreja de Santo Ildefonso, no Porto, impressionam pelo revestimento total a azul e branco e mostram como também as imagens dos santos saíram para a rua.

Depois do grande terramoto de 1755, foi importante tê-los a proteger as casas. São Marçal apagava os fogos, São Francisco de Bórgia evitava os terramotos, Santa Bárbara acalmava as tempestades e N. Srª da Conceição, patrona de Portugal, protegia de todos os males. Procure-os nas ruas dos bairros históricos, como Alfama em Lisboa.

Produzidos em larga escala, fáceis de aplicar e resistentes ao tempo, os azulejos passaram a revestir totalmente as fachadas com ritmos e cores.

Os mais inovadores até os usaram para anunciar o que vendiam no interior das lojas.

É fácil encontrá-los em qualquer cidade ou vila portuguesa. Se viajar de comboio esteja atento às estações decoradas com painéis de azulejo, autênticas galerias de arte que retratam os costumes locais. Visite a estação de São Bento no Porto. Vários painéis, com um total de 20 mil azulejos, relatam a história dos caminhos de ferro, assim como episódios célebres da história de Portugal.

O azulejo é um suporte tão versátil que continua a ser adoptado pelas expressões artísticas mais modernas, integradas em espaços públicos. Maria Keil, na via que passa pelo Aqueduto de Lisboa, ou Júlio Resende, no seguimento da Ponte D. Luís no Porto, são dois artistas que o usaram, animando grandes espaços de entrada nas cidades.

Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias

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Maria Alexandra Alves para além da sua actividade empresarial também faz parte do corpo docente da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias

Veja Aqui…

Consulte o site da APME

Noticias e Curiosidades…

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A arte da azulejaria é uma das representações mais sólidas e persistentes da cultura Portuguesa no mundo, sendo usada ininterruptamente na decoração de casas e cidades há mais de 500 anos.

Foi durante a ocupação da Península Ibérica pelos Árabes que os Portugueses tomaram o primeiro contacto com a cerâmica mural. Desde essa altura o processo de criação nunca mais cessou, dando origem a uma diversidade de trabalhos tão grande quanto as experiências, os medos, as alegrias e a imaginação dos seus autores.

Estas peças revolucionam os espaços interiores e exteriores, criam sensações de luz, cor e frescura; servem de catalizador para a imaginação decorativa e também para a representação de cenas figuradas, seguindo contos mitológicos e religiosos, retratando capítulos da história do País, descrevendo elegantes lazeres, paisagens, ofícios, etc…

A história faz de Portugal o país onde se encontra o maior número de azulejos, reforçando a ideia da ligação estética e duradoura entre arquitectura e o azulejo, sendo ainda hoje quase impensável que arquitectos, urbanistas, decoradores e outras gentes prescindam desta peça.